Archive for the ‘Vida e Amor’ Category

Feliz 2010!!!! atrasado.. mas vai!!!


2010
01.04

A Magia do Ano Novo

Que nesse ano possamos sonhar,

E acreditar, de coração, que podemos

realizar cada um de nossos sonhos,

Que esses sonhos possam

ser compartilhados pelo bem,

E que eles tenham força de

transformar velhos inimigos

em novos amigos verdadeiros.

Que nesse ano possamos abraçar,

E repartir calor e carinho,

Que isso não seja um ato de um momento,

Mas a história de uma vida.

Que nesse ano possamos beijar,

E com os olhos fechados,

tocar o sabor da alma,

Que tenhamos tempo

para sentir toda a beleza da vida,

E que saibamos senti-la em cada coisa simples.

Que nesse ano possamos sorrir,

E contagiar a todos com uma alegria verdadeira,

Que não sejam necessárias grandes justificativas

para nosso sorriso, apenas a brisa do viver.

Que nesse ano possamos cantar,

E dizer coisas da vida,

Que não sejam apenas músicas e letras,

Mas que sejam canções e sentimentos.

Que nesse ano possamos agradecer,

E expressar a Deus e a todos: “Muito Obrigado!”,

Que nesse “todos” não sejam incluídos

apenas os amigos, mas também aqueles que,

nos colocando dificuldades,

nos deram oportunidades de sermos melhores.

E assim começamos mais um Ano Novo,

Um dia que nasce,  um primeiro passo, um longo caminho,

Um desafio, uma oportunidade e um pensamento:

“Que nesse ano sejamos, Todos, Muito Felizes!”

Ornan Neto

Novas fotos


2009
11.08

Bom dia a todos…

Faz um tempinho que não postamos nada no blog, mas finalmente add fotos.

Basta clicar aqui.

Abs

Ornan Neto

Síndrome dos vinte e tantos…


2009
10.09

jovens1

A chamam de ‘crise do quarto de vida’.

Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos.
Se dá conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc..
E cada vez desfruta mais dessa cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.
As multidões já não são ‘tão divertidas’… E as vezes até lhe incomodam.
Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo.
Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas que conheceu e que o pessoal com quem perdeu contato são os amigos mais importantes para você.
Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. (mais…)

Falta de vc por perto


2009
09.09

“Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.”

Clarice Lispector

10 pontos de motivação no trabalho


2009
06.30

Estudando para prova na faculdade, aprendi e faço questão de compartilhar com aqueles que não sabem alguns pontos importantes para o dia a dia no trabalho. Ajudando muito a manter a motivação, foco e seriedade no trabalho.

motivacao

1- Um trabalho que desafie a inteligência e a capacidade do indivíduo.

2- Interesse pessoal no trabalho em si

3- Recompensa pelo desempenho que sejam justas e estejam de acordo com as aspirações pessoas do indivíduo

4- Condições de trabalho que sejam compatíveis com as necessidades físicas do indivíduo e que facilitem o cumprimento dos objetivos do trabalho.

5- Ser tratado com dignidade humana

6- Ter oportunidade para progredir

7- Trabalhar sob uma boa liderança – um justa liderança

8- Receber sempre boas quantidades de informação

9- Receber tratamento justo

10- Ter segurança no cargo

Espero ter ajudado de alguma forma.

Abs

Ornan Neto

A vida como ela é


2009
06.09

sabedoria

Cheia de altos e baixos é assim que pode ser descrita a vida. Está diretamente ligada ao lado amoroso, familiar, profissional e religioso.

É como se fossem quatro “pilares” bem definidos. Na falta de um deles, muito provavelmente não se consegui manter o equilíbrio.

Sabedoria, paciência e o não-comodismo são palavras chave  para que possamos manter os “pilares”.

Quem ainda não perdeu a paciência com a família e quis fugir, sair de casa?

Quem ainda não sofreu uma desilusão amorosa e ficou sem chão?

Quem não passa por problemas referentes ao trabalho, dificuldades de relacionamento dentro da equipe ou chefe?

Religião?! Infelizmente as  pessoas costumam recorrer a Deus mais precisa ou quando acham que Ele está sendo injusto, porém quando tudo está em prefeitas condições, tudo como a pessoa sempre sonhou, geralmente, não somos gratos por isto.

Temos que ter sabedoria para reconhecermos os erros, sejam eles nossos ou não, e assim tomarmos atitudes para soluciná-los.  Por vezes não emitir qualquer opinião ou simplismente relevar é a atitude mais correta. Isso se o problema não é seu e não há nada que possa ser feito por ele.

Paciência, melhora ou estressa mais? Melhora!! e muito!! Nos faz entender melhor os outros, respeitar opiniões alheias, não falar coisas que não deveriam ser ditas com a cabeça quente, etc. Pode não parecer muito, mas faz uma enorme diferença posteriormente, já que uma palavra dita, não há como voltar atrás.

O lado profissional é extremante importante também. Se as coisas não estão acontecendo conforme o imaginado ou planejado é a sabedoria de buscar novos disafios e a paciência para esperar o momento certo de sair. Problemas internos também é necessário muita sabedoria e muita paciência, é preciso termos consciência de que nem todos receberam educação e respeitam ao próximo. Todavia não é por isso que deixará de fazer sua parte?! Deixará de ser aquilo que tens de melhor? O momento certo do julgamento e reconhecimento pode tardar, mas nunca falhará.

Deus nos concede a vida e nos permite optar entre o certo e o errado,  só que as vezes não sabemos o que é certo ou errado.  A vida é justamente isso, aprender a distinguir o certo do errado e na próxima oportunidade fazer a escolha pelo certo.

Ornan Neto

Mentirosa Liberdade


2009
06.08

Na espera de ser atendida pelo médico estava lendo a Revista Veja e achei uma crônica muito interessante da Lya Luft, falando sobre nossas “liberdades”.

…Na verdade, estamos presos numa rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade, e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas, que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda como gado para o matadouro, e as opções são tantas que não conseguimos escolher com calma. Medicados como somos (a pressão, a gordura, a fadiga, a insônia, o sono, a depressão e a euforia, a solidão e o medo tratados a remédio), cedo recorremos a expedientes, porque nossa libido, quimicamente cerceada, falha, e a alegria, de tanta tensão, nos escapa.

Preenchem-se fendas e falhas, manchas se removem, suspendem-se prazeres como sendo risco e extravagância, e nos ligamos no espelho: alguém por aí é mais eficiente, moderno, valorizado e belo que eu? Alguém mora num condomínio melhor que o meu? Em fileira ao longo das paredes temos de parecer todos iguais nessa dança de enganos. Sobretudo, sempre jovens. Nunca se pôde viver tanto tempo e com tão boa qualidade, mas no atual endeusamento da juventude, como se só jovens merecessem amor, vitórias e sucesso, carregamos mais um ônus pesadíssimo e cruel: temos de enganar o tempo, temos de aparentar 15 anos se temos 30, 40 anos se temos 60, e 50 se temos 80 anos de idade. A deusa juventude traz vantagens, mas eu não a quereria para sempre: talvez nela sejamos mais bonitos, quem sabe mais cheios de planos e possibilidades, mas sabemos discernir as coisas que divisamos, podemos optar com a mínima segurança, conseguimos olhar, analisar e curtir – ou nos falta o que vem depois: maturidade?

Parece que do começo ao fim passamos a vida sendo cobrados: O que você vai ser? O que vai estudar? Como? Fracassou em mais um vestibular? Já transou? Nunca transou? Treze anos e ainda não ficou? E ainda não bebeu? Nem experimentou uma maconhazinha sequer? E um Viagra para melhorar ainda mais? Ainda aguenta os chatos dos pais? Saiba que eles o controlam sob o pretexto de que o amam. Sai dessa! Já precisa trabalhar? Que chatice! E depois: Quarenta anos ganhando tão pouco e trabalhando tanto? E não tem aquele carro? Nunca esteve naquele resort?

Talvez a gente possa escapar dessas cobranças sendo mais natural, cumprindo deveres reais, curtindo a vida sem se atordoar. Nadar contra toda essa louca correnteza. Ter opiniões próprias, amadurecer, ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, como roupas ridículas e viagens sem graça, isso ajuda. Descobrir o que queremos e podemos é um bom aprendizado, mas leva algum tempo: não é preciso escalar o Himalaia social nem ser uma linda mulher nem um homem poderoso. É possível estar contente e ter projetos bem depois dos 40 anos, sem um iate, físico perfeito e grande fortuna. Sem cumprir tantas obrigações fúteis e inúteis, como nos ordenam os mitos e mentiras de uma sociedade insegura, desorientada, em crise. Liberdade não vem de correr atrás de “deveres” impostos de fora, mas de construir a nossa existência, para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra tão pouco tempo. Não temos de correr angustiados atrás de modelos que nada têm a ver conosco, máscaras, ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito”. (Lya Luft) Revista Veja – 25 de março, 2009.

Beijos, Tati Queiroz.

Puro amor


2009
06.05

Como é inevitável ter saudades de quem amamos, hoje resolvi postar uma carta, uma crônica, um desabafo dos meus pais em relação a ida da minha irmã mais velha ao Canadá. Apesar de já ser casada e morar a algum tempo fora de nossa casa, ela foi final de maio (em definitivo) morar no Canadá com o marido (meu grande admirado amigo/irmão Rodrigo).

Segue a carta do meu pai:


Os laços de amor são indescritíveis. Medi-los, querer mensurá-los, impossível. Shakespeare certa vez disse que “Pobre é o amor que pode ser descrito”. Por instinto queremos o melhor para nós, na escolha do parceiro (a), na busca do dinheiro, conforto, luxo, as operações plásticas, a prece quando pedimos a proteção de Deus. Tudo para mim! Tudo Eu!

Coleciono frases há décadas, fora livros e mais livros sobre o assunto, nunca li ou ouvi algo tão excepcional quanto o que disse Celeste, hoje, as 7:15, ao se despedir da filha Rebeca, que partia definitivamente para o Canadá. “Minha Filha, tiro Deus de mim e dou a você. Que Ele esteja contigo, te protegendo sempre”.

Nosso instinto não permite dizer coisa tão profunda como essa. Nossa sobrevivência, nossa preservação, nos faz buscar primeiro e em última instancia a proteção Divina, o que nos traz alivio, esperança e compreensão sobre essa nossa passageira vida. Tirar esse “ar” espiritual e social é impossível. Impossível? Não… a Celeste, Dele, abriu mão.

Khalil Gibran escrevendo sobre “filhos” consolou-nos: “Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas. Que vosso encurvamento na mão do Arqueiro seja vossa alegria: Pois assim como Ele ama a flecha que voa, ama também o arco que permanece estável”. Celeste, Deus foi mas permaneceu com você, por ser onipresente.

Celeste, Sua sabedoria lembra a de Salomão que, ante duas mães que brigavam por um filho, . levantou a criança e disse que a dividiria e daria a cada uma a sua metade. Uma gritou abrindo mão de sua parte, para que fosse mantida viva a criança. Identificada a verdadeira mãe, essa a levou consigo.

Sófocles, poeta grego que viveu 400 anos antes de Cristo, disse, com muita sabedoria que “Os filhos são as âncoras que mantém as mães agarradas à vida”. Um ditado alsaciano fala que as: “Crianças pequenas batem no ventre da mãe. Crianças grandes, no coração”.

Outra, essa dinamarquesa: “Quem conduz a filha pela mão, leva a mãe pelo coração”.

São tantas as expressões contidas nos compêndios, nas enciclopédias mas nenhuma se compara a sua, Celeste que deu tudo sem esperar recompensa, tirou Deus de si para dar à filha. Doar sua vida seria pouco. Entre a fé e o amor, você optou pelo amor.

”Ó doce mãezinha, querido bem que Deus nos deu, amor de mãezinha…”

Seu admirador Ornan Bugalho Corrêa Filho

1 mês


2009
06.02
Ana, Drica, eu, Marquinho, Tati, Marcos, Cileno e Lê

Ana, Drica, eu, Marquinho, Tati, Marcos, Cileno e Lê (obrigado Ferrrr por ter tirado a foto, não saiu nela mas não foi esquecido)

A mais ou menos um mês as coisas simplesmente mudaram. Sairam de um rumo desconhecido, perdido para se unir a um outro caminho e agora sim, fazer sentido para tudo aquilo que não fazia e parecia ir para o incerto.

Vale ressaltar e agradecer ao grande compositor/cantor Cileno pela ajuda, paciência, músicas e simpátia em ir fazer o aniversário da Tati.

É claro que não posso esquecer das outras pessoas presentes que me ajudaram de uma forma direta ou não na surpresa: Marcos (Ctrl Z), meu grande amigo Marquinho, Lenara, Ana, Drica, Fê, etc..

Meus singelos agradecimentos por me ter, nos ter proporcionado uma noite inésquecivel.

Umas notinhas especiais:

*Solidariedade às familias do voô Rio-Paris da Air France. O fato acidente em si já foi trágico e piorou ainda mais o quadro com o sumiço do Airbus.

**Parabéns aos politicos!!! não ganharam nem na Mega Sena e nem na Giga Sena. Ganharam a Tera Sena.

***Enquanto uns comemorando o fato de Manaus ser sede da Copa do Mundo.. lamento pelas familias que perderam tudo com as inchentes nesta mesma cidade. Que paradoxo!!!

Ornan Neto

Tudo bem – Lulu Santos


2009
06.01

Já não tenho dedos pra contar
De quantos barrancos despenquei
E quantas pedras me atiraram
Ou quantas atirei
Tanta farpa tanta mentira
Tanta falta do que dizer
Nem sempre é “so easy” se viver

Hoje eu não consigo mais me lembrar
De quantas janelas me atirei
E quanto rastro de incompreensão
Eu já deixei
Tantos bons quanto maus motivos
Tantas vezes desilusão
E quase
Quase nunca a vida é um balão

Mas o teu amor me cura
De uma loucura qualquer
É encostar no seu peito
E se isso for algum defeito
Por mim tudo bem
tudo bem

Já não tenho dedos pra contar
De quantas janelas me atirei
E quanto rastro de incompreensão
Eu já deixei
Tantos bons quanto maus motivos
Tantas vezes desilusão
E quase
Quase nunca a vida é um balão

Mas o teu amor me cura
De uma loucura qualquer
É encostar no seu peito
E se isso for algum defeito
Por mim tudo bem
Tudo bem, tudo bem

Beijos namorado, Tati Queiroz.